Definição da minha filha de dicionário: é um lugar que explica as palavras que a gente não conhece com uma porção de outras palavras que a gente não conhece.
Achei sensacional!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Relacionamentos virtuais
Vários videogames incluíram relacionamentos em suas narrativas, mas o relacionamento como decisão consciente do jogador é um fenômeno relativamente recente. Alguns exemplos vivenciados pela minha pessoa:
1. Meu primeiro relacionamento gay nos videogames foi no jogo The Sims 2. Tudo começou meio sem querer, eu estava apenas querendo fazer amigos, mas, de repente, apareceu a opção “flertar” no menu radial. Cliquei. Daí para a opção “beijar” foi menos de 5 minutos. Dez minutos depois estávamos na cama, animadamente, em meio a uma nuvem de poeira (sexo no THE SIMS sempre foi uma coisa bem animada, apropriadamente chamada de Uh-Hoo). Dois dias depois, eu e minha parceira (eu estava jogando como mulher) decidimos adotar uma criança e vivemos felizes por alguns minutos. Nosso relacionamento terminou tragicamente quando eu resolvi dar a criança para os vizinhos vampiros, vender todos os banheiros da casa e eliminar todas as portas. Elas ainda conseguiram sobreviver por duas semanas com a comida que ainda havia na geladeira. O próximo passo foi construir uma família bem careta para morar na casa – agora assombrada por um casal lésbico – mas isso é uma outra história.
2. O meu segundo relacionamento digital foi no jogo The King`s Bounty, no qual consegui arrancar um casamento com uma princesa gótica, depois de cumprir uma missão que envolvia matar o tio dela (essa realeza...). Tivemos uma filha (devidamente vestida com roupinhas de bebê pretas) que me dava um bônus de carisma e ocupava um espaço no meu inventário. Por algum motivo do qual não me lembro, minha esposa foi simplesmente embora e me deixou com o bebê – que demorou anos para crescer! Acabei vendendo a criança para comprar uma espada. Ei! Era uma espada raríssima, que tinha o poder de congelar os inimigos!
3. Depois tive uma fase sem envolvimentos sérios, basicamente só pegando as garotas de programa do GTA e visitando os bordéis de NeverWinter.
4. Parti para o meu segundo relacionamento lésbico em Dragon Age. Eu queria pegar mesmo era a feiticeira, mas só depois de já ter jogado um tantão descobri que ela não curtia mulheres – não ia jogar tudo de novo, né? Fiquei então com a ruivinha arqueira que ouvia vozes. Foi ótimo enquanto durou, mas quase no final do jogo a mulher tirou a calcinha pela cabeça quando eu sabotei a urna com as cinzas de um dos santos da religião dela. Foi o maior rebu, baixaria total, acabei arrancando a espada e cortando a cabeça dela fora. Pô, era ela ou eu!
5. Já minha primeira orgia digital foi na segunda vez que joguei Dragon Age. Dessa vez como homem, fui até um bar de péssima reputação onde encontrei uma capitã pirata chamada Isabella. Eu estava acompanhado da ruivinha tantã (a mesma lá de cima) e de um elfo bi. Puxei conversa, uma coisa leva a outra e, para horror da maga coroa que também me acompanhava fomos parar os 4 na cama – eu, Isabella, a ruiva e o elfo. Empolgado, parti pra cima da feiticeira no dia seguinte e, dessa vez, como eu era um garotão malhado, rolou. Porém, para o meu azar, a mulher engravidou e sumiu com a criança entrando num espelho mágico amaldiçoado, sem dar maiores satisfações. E olha que eu tinha acabado de salvar o mundo – só a porra do mundo todo! O que mais a mulher queria? Outra louca.
6. Meu relacionamento mais gratificante – e romântico – foi com a alienígena azul do Mass Effect. Mais uma vez eu joguei como mulher, mas não vou contar essa vez como lésbica porque se tratava, na verdade, de um relacionamento entre espécies. Não tenho culpa se a raça Asari é só de mulheres gostosas. A ceninha de sexo do jogo era até bem ousada e o relacionamento dessa vez só acabou porque eu morri, ressuscitei dois anos depois como homem e ela se envolveu com o mundo do crime. É... Amor no videogame não é fácil...
1. Meu primeiro relacionamento gay nos videogames foi no jogo The Sims 2. Tudo começou meio sem querer, eu estava apenas querendo fazer amigos, mas, de repente, apareceu a opção “flertar” no menu radial. Cliquei. Daí para a opção “beijar” foi menos de 5 minutos. Dez minutos depois estávamos na cama, animadamente, em meio a uma nuvem de poeira (sexo no THE SIMS sempre foi uma coisa bem animada, apropriadamente chamada de Uh-Hoo). Dois dias depois, eu e minha parceira (eu estava jogando como mulher) decidimos adotar uma criança e vivemos felizes por alguns minutos. Nosso relacionamento terminou tragicamente quando eu resolvi dar a criança para os vizinhos vampiros, vender todos os banheiros da casa e eliminar todas as portas. Elas ainda conseguiram sobreviver por duas semanas com a comida que ainda havia na geladeira. O próximo passo foi construir uma família bem careta para morar na casa – agora assombrada por um casal lésbico – mas isso é uma outra história.
2. O meu segundo relacionamento digital foi no jogo The King`s Bounty, no qual consegui arrancar um casamento com uma princesa gótica, depois de cumprir uma missão que envolvia matar o tio dela (essa realeza...). Tivemos uma filha (devidamente vestida com roupinhas de bebê pretas) que me dava um bônus de carisma e ocupava um espaço no meu inventário. Por algum motivo do qual não me lembro, minha esposa foi simplesmente embora e me deixou com o bebê – que demorou anos para crescer! Acabei vendendo a criança para comprar uma espada. Ei! Era uma espada raríssima, que tinha o poder de congelar os inimigos!
3. Depois tive uma fase sem envolvimentos sérios, basicamente só pegando as garotas de programa do GTA e visitando os bordéis de NeverWinter.
4. Parti para o meu segundo relacionamento lésbico em Dragon Age. Eu queria pegar mesmo era a feiticeira, mas só depois de já ter jogado um tantão descobri que ela não curtia mulheres – não ia jogar tudo de novo, né? Fiquei então com a ruivinha arqueira que ouvia vozes. Foi ótimo enquanto durou, mas quase no final do jogo a mulher tirou a calcinha pela cabeça quando eu sabotei a urna com as cinzas de um dos santos da religião dela. Foi o maior rebu, baixaria total, acabei arrancando a espada e cortando a cabeça dela fora. Pô, era ela ou eu!
5. Já minha primeira orgia digital foi na segunda vez que joguei Dragon Age. Dessa vez como homem, fui até um bar de péssima reputação onde encontrei uma capitã pirata chamada Isabella. Eu estava acompanhado da ruivinha tantã (a mesma lá de cima) e de um elfo bi. Puxei conversa, uma coisa leva a outra e, para horror da maga coroa que também me acompanhava fomos parar os 4 na cama – eu, Isabella, a ruiva e o elfo. Empolgado, parti pra cima da feiticeira no dia seguinte e, dessa vez, como eu era um garotão malhado, rolou. Porém, para o meu azar, a mulher engravidou e sumiu com a criança entrando num espelho mágico amaldiçoado, sem dar maiores satisfações. E olha que eu tinha acabado de salvar o mundo – só a porra do mundo todo! O que mais a mulher queria? Outra louca.
6. Meu relacionamento mais gratificante – e romântico – foi com a alienígena azul do Mass Effect. Mais uma vez eu joguei como mulher, mas não vou contar essa vez como lésbica porque se tratava, na verdade, de um relacionamento entre espécies. Não tenho culpa se a raça Asari é só de mulheres gostosas. A ceninha de sexo do jogo era até bem ousada e o relacionamento dessa vez só acabou porque eu morri, ressuscitei dois anos depois como homem e ela se envolveu com o mundo do crime. É... Amor no videogame não é fácil...
sexta-feira, 4 de março de 2011
Oscarzinho
Agora que já não é novidade, não faz o menor sentido falar sobre o Oscar. Ou seja, é o momento certo para o Ninguém Perguntou dar pitaco.
Esse foi o Oscar mais previsível dos últimos tempos, se eu tivesse entrado em um bolão, teria ganho (ou ganhado, dependendo da forma irregular de sua preferência) praticamente tudo. O Discurso do Rei é um filme com fórmula pronta pra ganhar: bons atores, choque de classes, fotografia correta - e não deu outra.
Ficou provado que a indicação de 10 filmes para o prêmio máximo é apenas mesmo para aquecer a indústria cinematográfica, que anda mal das pernas, e não para premiar a ousadia (Black Swan), a intensidade (127 horas) ou a temáticas modernas (A Rede Social).
Mas a safra de filmes em si é muito boa. Da pegação lésbica da Natalie Portman à gagueira contida de Collin Firth, tudo vale à pena ver – o que é mais do que o que se pode dizer dos filmes indicados no ano passado.
Uma última reclamação: Inception indicado a melhor roteiro? Pessoas, o filme é legal, muito bem montado, super bem dirigido, com efeitos bem criativos, etc. Mas o roteiro é Matrix versão deprê sendo que, dentro do contexto, a desculpa do sonho faz muito menos sentido do que a realidade virtual do Matrix.
Em outras palavras: estou cada vez menos interessado no Oscar. Bom, no dia em que tiver ganhado (ou ganho) um, isso muda.
Esse foi o Oscar mais previsível dos últimos tempos, se eu tivesse entrado em um bolão, teria ganho (ou ganhado, dependendo da forma irregular de sua preferência) praticamente tudo. O Discurso do Rei é um filme com fórmula pronta pra ganhar: bons atores, choque de classes, fotografia correta - e não deu outra.
Ficou provado que a indicação de 10 filmes para o prêmio máximo é apenas mesmo para aquecer a indústria cinematográfica, que anda mal das pernas, e não para premiar a ousadia (Black Swan), a intensidade (127 horas) ou a temáticas modernas (A Rede Social).
Mas a safra de filmes em si é muito boa. Da pegação lésbica da Natalie Portman à gagueira contida de Collin Firth, tudo vale à pena ver – o que é mais do que o que se pode dizer dos filmes indicados no ano passado.
Uma última reclamação: Inception indicado a melhor roteiro? Pessoas, o filme é legal, muito bem montado, super bem dirigido, com efeitos bem criativos, etc. Mas o roteiro é Matrix versão deprê sendo que, dentro do contexto, a desculpa do sonho faz muito menos sentido do que a realidade virtual do Matrix.
Em outras palavras: estou cada vez menos interessado no Oscar. Bom, no dia em que tiver ganhado (ou ganho) um, isso muda.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Teste Nerd (parte 2)
FILMES
1. Qual a pior parte da nova trilogia de Star Wars?
a) Jar Jar Binks.
b) Midi-chlorians.
c) A trama sem sentido.
d) Os diálogos ruins.
e) A história de amor que não decola.
f) NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO.
g) Todas as anteriores.
2.Em que série de filmes você encontra um Xenomorfo?
a) Star Trek
b) Aliens
c) Xena
3. Qual dessas franquias foi assassinada por continuações pobres, mal escritas e feitas às pressas, na tentativa de capitalizar com o inesperado sucesso do original?
a) Darkman
b) Highlander
c) Robocop
d) Sexo Erótico na Ilha do Gavião
e) Todas as anteriores
4. Qual dessas séries já tiveram reboots no cinema?
a) Superman
b) Batman
c) Hulk
d) Homem-Aranha
e) Quarteto Fantástico
f) Punisher
g) Todas as anteriores. Sim, todas as anteriores – depois do cancelamento da parte 4 de um dos filmes aí de cima.
5. O que os filmes O Mundo Selvagem da Mulher-Morcego e Ela era Uma Vampirinha Neurastênica têm em comum?
a) São o mesmo filme. Os produtores tiveram que mudar o nome para não levar um processo (Batwoman, Batman, sacou?).
b) São filmes eróticos.
c) Só o Zinho para saber que esses filmes existem.
1. Qual a pior parte da nova trilogia de Star Wars?
a) Jar Jar Binks.
b) Midi-chlorians.
c) A trama sem sentido.
d) Os diálogos ruins.
e) A história de amor que não decola.
f) NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO.
g) Todas as anteriores.
2.Em que série de filmes você encontra um Xenomorfo?
a) Star Trek
b) Aliens
c) Xena
3. Qual dessas franquias foi assassinada por continuações pobres, mal escritas e feitas às pressas, na tentativa de capitalizar com o inesperado sucesso do original?
a) Darkman
b) Highlander
c) Robocop
d) Sexo Erótico na Ilha do Gavião
e) Todas as anteriores
4. Qual dessas séries já tiveram reboots no cinema?
a) Superman
b) Batman
c) Hulk
d) Homem-Aranha
e) Quarteto Fantástico
f) Punisher
g) Todas as anteriores. Sim, todas as anteriores – depois do cancelamento da parte 4 de um dos filmes aí de cima.
5. O que os filmes O Mundo Selvagem da Mulher-Morcego e Ela era Uma Vampirinha Neurastênica têm em comum?
a) São o mesmo filme. Os produtores tiveram que mudar o nome para não levar um processo (Batwoman, Batman, sacou?).
b) São filmes eróticos.
c) Só o Zinho para saber que esses filmes existem.
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